http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws:80/index.php/RFTCF/issue/feedRevista Filoteológica - ISSN: 2763-75492026-02-21T14:33:56-03:00Professor Daniel Nery da Cruzrevistafiloteologicafcfs@catolicadefeira.com.brOpen Journal Systems<p>A <strong>REVISTA FILOTEOLÓGICA</strong> tem por objetivo divulgar, incentivar, estimular e difundir temáticas e assuntos no campo da Filosofia e Teologia. Reúne textos produzidos pelos docentes e discentes dos cursos de Filosofia e Teologia da Faculdade Católica de Feira de Santana, como por autores e/ou grupos nacionais e internacionais com interesses comuns.</p> <p> </p>http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws:80/index.php/RFTCF/article/view/227Apresentação2026-02-20T17:11:49-03:00Daniel Nery da Cruzdanielncruz@hotmail.comRenata Adrian Ribeiro Santos Ramosrenataadrianuneb11@gmail.com<p>Apresentação </p>2026-02-20T17:06:30-03:00##submission.copyrightStatement##http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws:80/index.php/RFTCF/article/view/215O ensino de filosofia no Brasil2026-02-21T13:44:58-03:00Bruno José do Nascimento Oliveirabrunophb08@gmail.com<p>O presente artigo investiga sob quais condições o ensino de filosofia pode ser filosoficamente justificado como uma prática legítima de formação crítica na educação básica brasileira, especialmente no contexto das transformações curriculares recentes associadas à Reforma do Ensino Médio e à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Partindo de uma reconstrução histórico institucional do ensino de filosofia no Brasil, o trabalho argumenta que a recorrente instabilidade curricular da disciplina não pode ser compreendida apenas como resultado de decisões técnicas ou administrativas, mas como expressão de disputas normativas acerca das finalidades da educação escolar. Sustenta-se a tese de que o ensino de filosofia só se justifica como formação crítica quando preserva sua especificidade epistêmica, entendida como prática argumentativa, conceitual e reflexiva, distinguindo-se tanto da mera instrumentalização curricular quanto de formas de doutrinação ideológica. Metodologicamente, o artigo combina análise histórico normativa das políticas educacionais brasileiras com exame conceitual de noções centrais como formação crítica, autonomia, cidadania e pensamento crítico, dialogando com a filosofia da educação, a teoria curricular e a filosofia política. Conclui-se que a legitimidade do ensino de filosofia depende menos de sua simples presença formal no currículo e mais das condições pedagógicas, conceituais e institucionais que garantam seu exercício como prática formativa orientada pela racionalidade crítica.</p> <p> </p>2026-02-20T09:35:52-03:00##submission.copyrightStatement##http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws:80/index.php/RFTCF/article/view/210É possível uma filosofia decolonial?2026-02-21T13:47:52-03:00Consuelo Penelu Bitencourtcpenelu@gmail.comMauricio Silva Alvesmsalves@uefs.br<p class="RF-Textoresumoabstract">Propor uma filosofia decolonial supõe uma tarefa inicialmente dupla. Em primeiro lugar, cabe questionar: o que é filosofia e o que vem a ser fazer filosofia? O próximo passo é a proposição de um entendimento do que vem a ser uma filosofia decolonial e de como se pode fazê-la. Cada uma das tarefas possui aterramentos complexos que se apresentam dentro de cada um desses questionamentos. Neste trabalho, pretendemos desenvolver algumas questões sobre a filosofia decolonial e como ela se mostra no fazer filosófico.</p>2026-02-20T09:36:19-03:00##submission.copyrightStatement##http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws:80/index.php/RFTCF/article/view/214A ética haniana da pausa e da alteridade2026-02-21T14:33:56-03:00Daniel Antunes de Souzadanielantunessz1511@gmail.com<p>Este artigo busca compreender a ética na obra <em>“Sociedade do cansaço”</em>, do filósofo coreano Byung-Chul Han. A análise será realizada nesta obra e de forma exploratória, também se recorre à obra <em>“A força do silêncio contra a ditadura do ruído”</em> bem como à artigos publicados na internet. Espera-se aqui compreender a ética haniana e seu papel determinante para despertar a consciência da necessidade da escuta, do acolhimento, da contemplação e da interioridade. Han propõe um desaceleramento e defende uma ética do limite e da pausa, tal como uma revisão dos valores éticos contemporâneos, na qual reconhece que o ser humano não é uma máquina, mas um ser de relações e, portanto, deve-se valorizar o “ser” em detrimento do “fazer”.</p>2026-02-20T09:36:48-03:00##submission.copyrightStatement##http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws:80/index.php/RFTCF/article/view/226Utopia e barbárie2026-02-21T13:51:14-03:00Denise Narli da Silveiradenisegrafias@gmail.com<p>Este artigo examina a tensão entre barbárie e utopia nos horizontes críticos de Walter Benjamin e Giorgio Agamben, tomando a ideologia moderna do progresso como um operador de naturalização do tempo homogêneo e como forma de governabilidade, capaz de administrar a catástrofe como norma e estabilizar dispositivos de dominação. Em Benjamin, recuperamos as raízes românticas e messiânicas de sua filosofia da história, destacando a crítica da teleologia, o gesto de “escovar a história a contrapelo”, a centralidade de <em>Eingedenken</em> e a noção de <em>Jetztzeit</em> como interrupção do <em>continuum</em> histórico. Com apoio de Michel Löwy e Jeanne Marie Gagnebin, delimitamos a conexão entre teologia e política em Benjamin como figura crítica de interrupção, e não como programa teocrático. Em seguida, analisamos a apropriação agambeniana do tempo messiânico em articulação com o estado de exceção, entendido como paradigma de governo convertido em norma. Por fim, propomos compreender “utopia” como política do tempo: não um ideal futuro, mas um modo de reabrir o presente pela desativação de mecanismos de captura.</p> <p> </p>2026-02-20T09:37:25-03:00##submission.copyrightStatement##http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws:80/index.php/RFTCF/article/view/225Identidade e reconhecimento em Charles Taylor2026-02-21T13:52:30-03:00Guilherme Rodrigues da Costaguilhermerodriguesdacosta169@gmail.com<p>Este artigo busca compreender a relação estabelecida pelo filósofo canadense, Charles Taylor, entre identidade e reconhecimento em sua análise a respeito da construção da identidade do agente humano moderno. Para tanto, far-se-á uma pesquisa bibliográfica nas principais obras publicadas pelo filósofo aqui em destaque e que abordem o tema em questão, tais como <em>“As fontes do self: a construção da identidade moderna”</em>, <em>“A ética da autenticidade”</em> e <em>“Argumentos filosóficos”</em>. Além disso, procurou-se ainda, analisar outras obras e artigos publicados na internet de comentadores do pensamento filosófico desenvolvido por Charles Taylor que tratam da temática apresentada. Desse modo, espera-se ao final desse trabalho não somente analisar a relação proposta pelo filósofo de Montreal entre identidade e reconhecimento, mas compreender as implicações éticas e políticas que emergem de tal relação onde o bem é apontado como um dos grandes elementos orientadores do agir moral do agente humano moderno.</p>2026-02-20T09:37:50-03:00##submission.copyrightStatement##http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws:80/index.php/RFTCF/article/view/221Cristo salvador e a universalidade da salvação2026-02-21T13:58:44-03:00Lucas Benício Soutolucasbenisouto@gmail.com<div style="text-align: justify;"> <p class="RF-Textoresumoabstract">Este artigo explora a profundidade teológica e pastoral da afirmação conciliar de Niceia I segundo a qual o Filho é consubstancial ao Pai (<em>homoousios</em>) e, por isso, capaz de operar um ato salvífico universal e definitivo. Partindo da cristologia nicena e do documento da Comissão Teológica Internacional, analisa-se a união hipostática, a historicidade da economia da salvação (encarnação, paixão, morte e ressurreição), a <em>kenosis</em> e a ressignificação do poder divino na cruz, bem como as implicações soteriológicas e antropológicas, em especial a noção de divinização.</p> </div>2026-02-20T09:38:26-03:00##submission.copyrightStatement##http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws:80/index.php/RFTCF/article/view/208A alteridade como um caminho de superação da violência2026-02-21T14:19:52-03:00Lucas Santos Gomes da Silvalucasprofessor16@gmail.com<p class="RF-Textoresumoabstract">O propósito deste texto é explorar a questão da alteridade como um caminho para superar a violência, utilizando como base o pensamento de Emmanuel Lévinas. O autor possui um grande acervo de obras, como também de comentadores. Inicialmente, investiga-se a alteridade, posteriormente, o conceito de violência para o filosofo e logo após, procura-se estabelecer uma conexão entre a alteridade e a violência na contemporaneidade. Deste modo, utilizar-se-á do método de investigação para a solução de um “problema”, através de hipóteses, conjunturas e teorias. Assim, busca-se reflexões que sirvam para o desenvolvimento do conhecimento social e acadêmico. Este trabalho mostrou o quanto a alteridade é importante para combater a violência, é por meio da ética que se organiza a sociedade e consequentemente as pessoas. De fato, o momento atual não se pratica tanto a alteridade, por isso, a importância de uma reflexão profunda sobre responsabilidade que cada um tem para com o Outro.</p> <p> </p>2026-02-20T09:39:06-03:00##submission.copyrightStatement##