http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws/index.php/RFTCF/issue/feed Revista Filoteológica - ISSN: 2763-7549 2021-06-07T19:33:17-03:00 Professor Daniel Nery da Cruz revistafiloteologicafcfs@catolicadefeira.com.br Open Journal Systems <p>A <strong>REVISTA FILOTEOLÓGICA</strong> tem por objetivo divulgar, incentivar, estimular e difundir temáticas e assuntos no campo da Filosofia e Teologia. Reúne textos produzidos pelos docentes e discentes dos cursos de Filosofia e Teologia da Faculdade Católica de Feira de Santana,&nbsp;como por autores e/ou grupos nacionais e internacionais com interesse comum.</p> <p>&nbsp;</p> http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws/index.php/RFTCF/article/view/33 Apresentação 2021-06-07T19:33:08-03:00 Daniel Nery da Cruz danielncruz@hotmail.com <p>Apresentação da primeira edição</p> 2021-06-07T13:53:42-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws/index.php/RFTCF/article/view/21 Nagel, pampsiquismo, biopsiquismo e realismo moral: 2021-06-07T19:33:09-03:00 Anderson Luiz do Vale Fonseca luizdovalefon@hotmail.com <p>No presente artigo argumentamos que os fatos morais dependem da realidade da consciência. Por esse viés, abordamos, então, que apenas seres sencientes dotados de razão estão aptos a conhecer os valores objetivamente. Considerando a teoria do Pampsiquismo, que afirma ser a consciência uma propriedade essencial da matéria, analisamos a possibilidade de que se organismos subjetivos evoluírem em outros sistemas solares alcançando a racionalidade, poderiam ter a mesma percepção das leis naturais que o homem tem. Nesse contexto, a existência de um direito natural cosmológico é viável. Analisamos, portanto, o realismo moral sob a ótica do Pampsiquismo, segundo Thomas Nagel. Em contraste, examinamos também o Biopsiquismo. Concluímos que o conhecimento do valor terá interpretações distintas para cada uma das teorias da mente.</p> 2021-06-07T13:58:12-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws/index.php/RFTCF/article/view/22 O ódio como negação da alteridade: 2021-06-07T19:33:10-03:00 João Eudes Rocha de Jesus jotaeudes@gmail.com <p>O objetivo deste trabalho consiste na busca do entendimento do ponto de vista filosófico do que é ódio, odiar, o que motiva e o que sustenta os discursos e manifestações de ódio. Trata-se de um ensaio filosófico desenvolvido a partir de uma pesquisa bibliográfica tendo como referência a análise de alguns textos fundamentais do filósofo Emmanuel Lévinas e de outros autores que trataram direta ou indiretamente sobre a questão do ódio. Entender o que é ódio e o que significa odiar permiti-nos aguçar a nossa consciência crítica para não aquiescer ao mal do qual origina toda forma de totalitarismo e barbáries.</p> 2021-06-07T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws/index.php/RFTCF/article/view/19 Primeiro motor imóvel: 2021-06-07T19:33:11-03:00 Jorge Ricardo da Silva Valois jorge.valois@ucsal.edu.br Giorgio Borghi giorgio.borghi@ucsal.br <p>O presente artigo científico tem como tema a teoria aristotélica sobre o motor imóvel. Trata-se de um estudo cujo objetivo é entender qual a natureza filosófica do primeiro motor e sua importância para a construção metafísica de Aristóteles. Para tanto, foi utilizado o método da pesquisa explicativa, a partir de levantamento bibliográfico. Dessa maneira, pode-se afirmar que o primeiro motor imóvel é compreendido como causa final de todo o universo, gerando o movimento dos seres por perfeição, tornando-se, assim, um objeto de imitação.</p> 2021-06-07T14:05:54-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws/index.php/RFTCF/article/view/30 Maria na teologia dos padres da igreja (325-451) e suas principais contribuições para uma espiritualidade mariana nos dias atuais 2021-06-07T19:33:12-03:00 José Rodrigues Guimarães Filho guimarfilho@gmail.com Felipe Araújo Sodré Lima felipearaujosodre@gmail.com <p>Esse artigo objetiva descrever, através de uma análise básica de forma qualitativa e exploratória, como a figura de Maria é apresentada pelos Padres dos primeiros séculos da era cristã, precisamente entre os Concílios de Nicéia (325 d.C.) e Calcedônia (451 d.C.), destacando a sua importância na vida do Logos Encarnado, de toda a Igreja e dos cristãos que buscam imitá-la na fidelidade e obediência a Deus. Como ícone feminino fundamental na história do cristianismo, Maria se tornou tema de inúmeras discussões e defesas nos Padres da Igreja, de onde se gerou uma orientação direcionada à prática de exercícios de piedade, teologia ratificada pelo Concílio Vaticano II, no capítulo VIII da Constituição Dogmática <em>Lumen Gentium</em>. O presente artigo permite acesso a novos conhecimentos mariólogicos e um maior aprofundamento acerca da vida de Maria, constituindo, portanto, uma fonte de enriquecimento acadêmico, histórico, teológico e pastoral.</p> <p><strong>Palavras-Chave: </strong>Maria; Padres da Igreja; Concílios; <em>Lumen Gentium</em>.</p> 2021-06-07T14:09:45-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws/index.php/RFTCF/article/view/12 Jogos de linguagem, seguimento de regras e formas de vida: o reconhecimento do cotidiano. 2021-06-07T19:33:13-03:00 Mauricio Silva Alves prof.mauricioalves@gmail.com <p>O presente trabalho tem como objeto de análise o itinerário filosófico de Ludwig Wittgenstein, mais especificamente a construção de uma convicção filosófica que se apresenta em direção à marca expressiva do cotidiano, característica de <em>Investigações Filosóficas. </em>Este objeto demanda, nesta pesquisa, um olhar sobre as duas obras mais conhecidas do filósofo vienense. Considera, a constatação da existência de inumeráveis jogos de linguagem, exprimindo a variedade de formas de vida arbitrariamente compostas pela gramática no conjunto de suas regras sobre as quais só vigoram semelhanças de família. A convicção que fundamenta este trabalho pode ser expressa pela constatação de que o filósofo compôs um pensamento que se desloca das proposições ao cotidiano. O problema que norteia o a pesquisa, cujo resultado é aqui registrado, pode ser formulado da seguinte maneira: de que modo, em Wittgenstein, o cotidiano como realidade pode ser reconsiderado no conjunto dos domínios da filosofia? Os resultados da pesquisa são mostrados por meio da identificação, de elementos que alimentaram a convicção wittgensteiniana sobre o poder do cotidiano aprofundado em <em>Investigações Filosóficas</em>, e como ele é capaz de extrapolar os limites da definição ostensiva.</p> 2021-06-07T14:11:54-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws/index.php/RFTCF/article/view/6 A pastoral urbana e seus desafios para a evangelização 2021-06-07T19:33:14-03:00 Silas Bruno Ferreira dos Santos silasdsmbl@hotmail.com <p>O presente artigo busca, por meio de pesquisa bibliográfica, fazer um levantamento histórico do processo de urbanização no Brasil e no Mundo, demonstrando como este fenômeno afetou e tem afetado a vida da pessoa humana, e a necessidade uma evangelização e estruturação de uma pastoral urbana, pautada no acolhimento e na construção de comunidades eclesiais fraternas. Apontar a necessidade de uma especial atenção aos jovens e, a necessidade de uma Liturgia capaz de agregar todo povo como assembleia reunida e convocado por Deus.</p> 2021-06-07T14:13:56-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws/index.php/RFTCF/article/view/20 A posição da imaginação na epistemologia aristotélica 2021-06-07T19:33:15-03:00 Vitor Duarte Ferreira vdfisica@gmail.com <p>Busca-se nesse trabalho discutir a posição da imaginação (<em>phantasia</em>) dentro da epistemologia aristotélica a partir do terceiro livro da obra <em>De anima</em> (<em>Peri psychês</em>) de Aristóteles. Para alguns comentadores, a imaginação estaria mais alinhada ao lado da sensação ou percepção sensível (<em>aisthêsis</em>) e não do intelecto ou pensamento (<em>noêsis</em>). O trabalho visa demonstrar o contrário a partir do texto aristotélico. Para tanto, os conceitos de imaginação, sensação e pensamento serão brevemente caracterizados; em seguida, analisado o capítulo 3 do livro III do <em>De Anima</em>, no qual Aristóteles delimita os limites de atuação da <em>phantasia</em> contrapondo-o a outros conceitos, tais como sensação (<em>aisthêsis</em>), opinião (<em>doxa</em>), suposição (<em>hypolêpsis</em>), raciocínio (<em>diánoia</em>) e pensamento (<em>noêsis</em>). O estudo dessa diferenciação acaba por delinear quais são os atributos fundamentais da imaginação que a tornam inseparável do pensamento, bem como explicita a sua relevância dentro da epistemologia aristotélica e da Teoria do Conhecimento posterior.</p> 2021-06-07T14:15:15-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws/index.php/RFTCF/article/view/11 As três ecologias de Félix Guattari: filosofia pensando a ecologia 2021-06-07T19:33:15-03:00 Wagner Alves Reis wagner.reis@edu.catolicadefeira.com.br <p>As teorizações e ações políticas para entender e interferir na crise ecológica que marca a geração entre a segunda metade do século XX e as primeiras décadas do XXI são fundamentadas por uma ineficácia epistemológica que analisa apenas uma dimensão da ecologia: o meio ambiente. A possibilidade de compreender a crise ecológica a partir de três registros ecológicos articulados entre si pelo conceito Ecosofia, de Félix Guattari. A leitura de textos produzidos individualmente por Guattari e em parceria com Gilles Deleuze ao longo dos anos 1980 e 1990 serviu de fundamentação teórica para o desenvolvimento da discussão. O vínculo entre as ecologias mental, social e ambiental defendida por Guattari é uma perspectiva eficaz para entender a crise ecológica porque oferece uma visão ampla dos elementos que a compõem. O momento atual ainda não conseguiu sentir o eco ecosófico proposto Guattari devido à permanência de um olhar míope e restrito sobre a realidade.</p> 2021-06-07T14:18:48-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws/index.php/RFTCF/article/view/24 O desespero na filosofia de Søren Kierkegaard 2021-06-07T19:33:16-03:00 Walace Alexsander Alves Cruz professorwalacecruz@yahoo.com <p>&nbsp;O artigo objetiva analisar o problema do desespero no pensamento de Søren Kierkegaard (1813-1855). O tema se constitui, ao lado da angústia, a espinha dorsal da filosofia do pensador dinamarquês, portanto, investigar a forma como ele compreendia a categoria desespero traz luzes para refletir o drama da existência humana. Cabe anotar que a obra de Kierkegaard é vasta, complexa e muito densa, todavia, considerando a objetividade deste artigo tomamos como recorte analítico sua obra O desespero humano (Doença até a morte) datada de 1849 e assinada sobre o pseudônimo de Anti-Climacus, a partir de onde empreendemos apontamentos em Kierkegaard para uma questão fundamental na existência, a saber, o porquê nós, seres humanos, somos desesperados.<br><br></p> 2021-06-07T14:26:51-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws/index.php/RFTCF/article/view/14 Violência-poder enquanto mecanismo instituidor e mantenedor do Direito 2021-06-07T19:33:10-03:00 Handerson Reinaldo Araújo handersonreinaldo@gmail.com <p>Walter Benjamin (1892-1940) foi um filósofo, crítico literário, ensaísta e sociólogo judeu alemão, cuja bibliografia é fundamental e significativa pela profundidade de sua teoria e suas críticas ao poder e à violência. Em sua obra intitulada <em>Documentos de cultura, documentos de barbárie, </em>Benjamin direciona críticas ao poder<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a> (<em>Gewalt</em>), já deixando claro o centro da sua argumentação na referida obra. A reflexão crítica de Benjamin, que se apresenta como um verdadeiro visionário, tem como substrato os acontecimentos da Europa de seu tempo, que transformaram radicalmente as instituições político-jurídicas da época. Benjamin objetiva mostrar a origem do direito a partir da sua relação com a violência e o poder.</p> <p>&nbsp;</p> <p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> Como existe uma ambiguidade em relação ao termo alemão <em>Gewalt</em>, a tradutora, Celeste H. M. Ribeiro de Sousa, deixa claro que em determinados momentos o termo significa <em>violência</em> e, em outros, <em>poder</em>.</p> 2021-06-07T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://revistafiloteologicafcfs.educacao.ws/index.php/RFTCF/article/view/28 Filósofos Clássicos da Filosofia 2021-06-07T19:33:11-03:00 MIRIAM BARRETO DE ALMEIDA PASSOS mirapassos@hotmail.com <p class="Default" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;">O texto <strong>“</strong>HANS-GEORG GADAMER, o Sócrates contemporâneo!” de autoria do professor, filósofo, escritor, Dr. Luiz Rohden, foi publicado em uma coletânea de ensaios, intitulada “Filósofos Clássicos da Filosofia”, vol. III, de Ortega y Gasset a Vattimo, 2ª edição, Editora Vozes, organizado por Rossano Pecoraro, em 2009. Trata-se de uma resenha.&nbsp;</span><span style="font-family: 'Times New Roman',serif;">O capítulo do referido livro, tem como finalidade apresentar a vida, as obras mais significativas, do filósofo Hans-Georg Gadamer. A produção textual inicia na página 57 e é concluída na página 80 (com as principais obras <em>gadamerianas</em> e as notas de referências, utilizadas ao longo da tessitura). </span></p> 2021-06-07T15:02:57-03:00 ##submission.copyrightStatement##